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Mostrando postagens de abril, 2026

Exercício de desenho- ouvir

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Nesse exercício, a proposta era transformar um som em desenho. Escolhi focar mais no ritmo e nas variações do som do que em representar algo literal. Usei linhas onduladas, repetições, espirais e formas mais agitadas para mostrar mudanças de intensidade, pausas e movimentos sonoros. Durante o processo, fui desenhando de forma mais solta e intuitiva, deixando a mão acompanhar o que eu imaginava e sentia ao ouvir. Algumas partes ficaram mais suaves e organizadas, enquanto outras saíram mais rápidas e intensas. Foi uma experiência diferente, porque me fez pensar no desenho de um jeito menos racional e mais sensorial. Gostei da liberdade do exercício e de perceber como som e imagem podem se conectar através do ritmo.

Exercício de desenho da garrafa+ autocrítica

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 Nesse exercício desenhei uma garrafa de vidro usando lápis grafite, observando bem o formato, os reflexos e os detalhes do rótulo. Durante o processo tentei olhar bastante para o objeto e não só para o papel, para conseguir pegar melhor as proporções. Primeiro fiz as formas maiores da garrafa, como corpo, base e gargalo, e depois fui adicionando os detalhes menores. Também tentei mostrar os reflexos do vidro, algumas sombras e as letras do rótulo. Acho que isso ajudou a passar a ideia de transparência e volume. Fiz alguns testes desenhando e também corrigi partes do desenho enquanto fazia, principalmente no alinhamento e no formato da garrafa. No geral, gostei do resultado. Acho que consegui representar bem o objeto, mas ainda posso melhorar a simetria, a perspectiva e trabalhar mais os tons de sombra para dar  mais profundidade.

Fichamento ilustrado "Teoria do Não-Objeto"

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Conceitos Cruciais e Glossário Teórico: Não-Objeto: Não é um "antiobjeto", mas um objeto especial que realiza a síntese de experiências sensoriais e mentais. É um corpo transparente ao conhecimento fenomenológico, que se dá à percepção sem deixar rastro (uma "pura aparência"). Opacidade da Coisa: Refere-se à obscuridade essencial do objeto material comum, que é impenetrável e "insuportavelmente exterior" ao sujeito. Transparência: No contexto do não-objeto, significa que a obra se vê à percepção, fundando em si mesma sua significação, sem depender de referências externas ou nomes. Espaço Metafórico vs. Espaço Real: O espaço metafórico é o espaço de representação (dentro da moldura), enquanto o não-objeto se insere e no o espaço real do mundo. Quase-Objeto: A obra que ainda é representação de algo real (como uma natureza morta). Ela se desprende do objeto real, mas não atinge a condição plena de não-objeto. Reformulação do Argumento: Gullar argumen...

Desenhos: abstração geométrica de edifícios (P. Liberdade)

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Desenhos: abstração geométrica de objetos (em sala)

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Composição abstrata com objetos - v2 (em casa)

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                                                                  Nesta atividade, explorei a criação de composições abstratas a partir da organização de objetos em um plano neutro, buscando um resultado semelhante a uma colagem, mas sem o uso de cola. As imagens foram feitas com enquadramento superior (chapado), evitando perspectiva e reforçando uma leitura mais bidimensional. Optei por trabalhar com a paleta de cor amarela, o que ajudou a criar uma unidade entre todas as composições. Utilizei objetos do cotidiano, como brincos diferentes, uma blusa do Brasil, xícaras e pires amarelos, lápis, um cordão e outros objetos circulares. Ao longo do processo, fui testando diferentes combinações e posições, explorando principalmente a repetição de formas e o contraste entre tamanhos e texturas. A composição escolhida foi a que melh...

Composição abstrata com objetos (em sala)

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                                                                        Foto escolhida Processo

Fichamento – Drops Objetos e Leituras

Drops Objetos -Durante as aulas, discutimos como os objetos, o design e a arte influenciam diretamente a forma como vivemos e nos relacionamos com os espaços. Um dos pontos iniciais levantados foi a ideia provocativa de que os objetos surgem, em um primeiro momento, como instrumentos de sobrevivência e até de destruição, como as armas. Isso aparece na cena do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço , em que o osso, considerado um dos primeiros objetos usados pelo ser humano, simboliza o avanço da humanidade ao ser associado, por meio de um corte, a tecnologias mais complexas. -A partir disso, surge a questão: os objetos dominam o ser humano ou o ser humano domina os objetos? Ao longo da aula, ficou claro que essa relação é complexa, já que os objetos não são neutros — eles influenciam comportamentos, organizam o cotidiano e até moldam a forma como ocupamos os espaços. -Também discutimos que os objetos podem ser entendidos como parte da arquitetura, pois são resultado de um projeto e possuem...

Exposições do CCBB

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 Na visita ao CCBB, eu vi as exposições da Marlene Barros e a Meme , e foi uma experiência bem marcante, principalmente pela diferença entre elas. A da Marlene Barros foi a que mais me impactou. As obras dela têm uma força muito grande, tanto pelos materiais quanto pelos significados. Não é uma exposição que você passa rápido, porque ela faz a gente parar e refletir. Eu senti muito uma questão ligada à percepção da mulher, ao corpo, à pressão e às violências que muitas vezes não são ditas diretamente, mas estão ali representadas. A obra “Saco de pancadas” foi a que mais me marcou. Ela é muito forte visualmente e simbolicamente. Pra mim, ela representa essa ideia da mulher como alguém que recebe pressão o tempo todo, seja social, emocional ou até física. O próprio objeto já carrega esse sentido de impacto, de agressão, e quando colocado nesse contexto, faz a gente pensar muito sobre como isso acontece na vida real. Foi uma obra que me deixou meio desconfortável, mas de um jeito nece...

Zine

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 Nesse trabalho eu tive que criar um zine a partir de colagens novas, remixando as colagens dos meus colegas e também fazendo uma colagem abstrata. No começo eu achei meio difícil, porque mexer no trabalho dos outros não é só copiar ou juntar, tem que realmente transformar e dar um novo sentido. Eu tentei pensar nos conceitos do livro Lições de Arquitetura , principalmente a ideia de domínio público e de como as coisas podem ser usadas e reinterpretadas. Então, nas minhas colagens, eu fui misturando elementos de formas diferentes, sobrepondo imagens e criando composições que não eram iguais às originais. A ideia era justamente sair do óbvio e criar algo novo a partir do que já existia. A parte da colagem abstrata foi a que eu mais gostei, porque eu me senti mais livre pra testar. Não precisei seguir tanto uma lógica, então fui mais pela estética mesmo, usando recortes diferentes, contrastes e combinações meio inesperadas. Também pensei bastante na composição visual, principalmente ...

Fichamento – Lições de Arquitetura (Herman Hertzberger)

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  Depois da leitura do livro Lições de Arquitetura , do arquiteto Herman Hertzberger , consegui entender melhor que a arquitetura não é só sobre construir, mas sobre como as pessoas usam os espaços.Dividi o fichamento pelas três partes do livro: 1. Domínio Público Espaço público é aquele acessível a todas as pessoas. Não precisa ser totalmente aberto, mas deve permitir uso coletivo. A qualidade do espaço público influencia a convivência social. Espaços públicos devem convidar as pessoas a permanecer, não só passar. A arquitetura pode estimular ou impedir o uso desses espaços. Quanto mais usado, mais vivo e seguro o espaço se torna. O espaço público não é neutro, ele influencia comportamentos. Deve existir equilíbrio entre liberdade e organização.  Conceitos importantes Domínio público : espaço compartilhado por todos. Demarcações no espaço público : formas de “reservar” um lugar (ex: objetos, posição). Territorialidade : quando alguém se apropria de u...

Lições de Arquitetura: Fabulações Brasileiras

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O trabalho em grupo foi desenvolvido com o propósito de criar 3 imagens/colagens de espaços urbanos/arquitetônicos que reimaginam os conceitos apresentados por Hertzberger no contexto cultural brasileiro. A proposta consistiu em representar diferentes formas de organização e apropriação do espaço, explorando as relações entre o público e o privado. Na primeira imagem, trabalhamos o conceito de semi-privado e semi-público. Nela, a ideia principal foi mostrar espaços intermediários, que não são totalmente abertos nem completamente fechados, funcionando como zonas de transição. Esses espaços permitem diferentes níveis de interação, onde as pessoas podem tanto se recolher quanto se conectar com o coletivo. Isso dialoga diretamente com Hertzberger, que valoriza esses “entre-lugares” como fundamentais para a vivência social na arquitetura. Na segunda imagem, o foco foi o domínio público. Aqui, representamos espaços amplamente acessíveis, pensados para o uso coletivo, como ruas, praças ou áre...

Desenho de observação da mão

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 Na atividade que fizemos em aula, o objetivo era desenhar a mão vista de frente, com os dedos se fechando. Eu percebi que essa posição é bem mais difícil do que parece, porque os dedos ficam sobrepostos e acabam “encurtando” visualmente, o que me confundiu bastante na hora de representar as proporções. Durante o desenho, senti muita dificuldade principalmente na construção dos dedos. Alguns ficaram desproporcionais e meio rígidos, sem muita naturalidade. Eu tinha uma ideia do que queria fazer, mas não consegui passar isso muito bem para o papel, o que me frustrou um pouco. Fazendo minha autocrítica, eu vejo que meu resultado ficou abaixo do que eu esperava. Minha expectativa era um 7, mas acho que o que eu consegui foi mais próximo de um 3. Isso aconteceu não só pelas dificuldades técnicas, mas também porque, em vários momentos, eu percebo que foquei mais no papel e no traço do que na observação da mão em si. Faltou eu olhar com mais atenção para o objeto antes de desenhar. Mesmo ...