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Mostrando postagens de março, 2026

Exposição do Pálacio das Artes

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Eu visitei as exposições em cartaz no Palácio das Artes e me fizeram perceber como um mesmo espaço pode provocar experiências bem diferentes. Ao passar pela mostra do Grupo Giramundo, por “Afroapocalíptico” e pela exposição de Maré de Matos, eu senti que fui atravessando camadas distintas, do mais concreto ao mais sensível. A do Giramundo foi a que mais me chamou atenção logo de cara, principalmente pelos bonecos. A quantidade impressiona, mas o que mais me marcou foi a forma como eles são feitos: madeira, tecido, papel machê, metal e até mesmo isopor… tudo muito artesanal.  Dá pra ver os encaixes, as costuras, os mecanismos. Mesmo parados, eu tinha a sensação de que eles podiam se mover a qualquer momento, como se estivessem só “em pausa”. Isso me fez pensar que não são só objetos expostos, mas peças carregadas de história, quase vivas. Já em “Afroapocalíptico”, a experiência foi bem diferente. Eu não fiquei só olhando, eu me senti dentro da obra. Os sons, os elementos visuais e a...

Sensações e colagem sensorial!

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Exercício de desenho pés + autocrítica

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Neste exercício, desenhei meus próprios pés cruzados, focando no uso apenas da linha e na observação direta. Busquei seguir o processo de olhar–segurar–desenhar, tentando priorizar mais o objeto do que o papel. Durante o processo, acredito que consegui observar razoavelmente bem o objeto, mas em alguns momentos ainda me peguei olhando mais para o desenho do que para os pés, principalmente ao ajustar proporções. Tentei realizar o desenho “às cegas” algumas vezes, o que ajudou a deixar o traço mais solto embora ainda exista certa rigidez em algumas linhas. Também fiz reformulações ao longo do desenho, visíveis nas sobreposições de traço, o que contribuiu para corrigir formas e melhorar a construção. Em relação à precisão, o desenho apresenta detalhes, como os cadarços e a estrutura dos tênis, que ajudam na identificação do objeto. No entanto, algumas proporções e contornos poderiam estar mais fiéis à observação, principalmente na parte inferior e na simetria entre os pés. A qualidade da ...

Crítica sobre o trabalho “Olhar”

     O conjunto de imagens do colega acima nos slides é coerente com o enunciado, pois explora a mudança de escala, ângulos incomuns e texturas, transformando elementos cotidianos em possíveis “lugares”. A identificação dos objetos é parcial: a primeira imagem ainda é reconhecível como chão e parede, a segunda sugere a parte inferior de um móvel, mas a parte de cima parece uma ponte, criando uma leitura mais imaginativa, e a terceira é a mais abstrata, funcionando como uma espécie de paisagem.      A imersão é boa pelo uso de ângulos baixos e proximidade, embora pudesse melhorar com mais controle de luz. No enquadramento, a primeira é mais simples, a segunda cria uma sensação de passagem (reforçada pela ideia de ponte) e a terceira se destaca pela composição e força visual. No geral, as imagens remetem à arquitetura, seja como espaço construído ou como paisagem, atendendo bem à proposta.

Trabalho Prático "Olhar"

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Olhar: Mapeamento do espaço em escala diferente do habitual!                                                              

Parágrafo: Lições de arquitetura

 Minha impressão do texto é que ele propõe uma visão de arquitetura muito mais complexa e ligada às relações humanas do que só forma ou estética. Em “Público e Privado”, achei interessante como o autor desmonta essa divisão mais comum entre coletivo e individual, mostrando que ela é quase um clichê e que, na prática, “é sempre uma questão de pessoas e grupos em inter-relação”, ou seja, não dá pra separar totalmente uma coisa da outra. Já em “Estrutura e Interpretação”, me chamou atenção a comparação com a linguagem, principalmente quando aparece a ideia de que “competência” é o conhecimento da forma e “desempenho” é como ela é interpretada em cada situação — isso faz pensar que a arquitetura não é algo fixo, mas algo que muda conforme o uso e as pessoas. Além disso, a ideia de que devemos considerar “todas as interpretações individuais possíveis” reforça ainda mais esse caráter aberto dos espaços. Por fim, em “Forma Convidativa”, achei muito forte quando o texto diz que a arquitetu...

Fotos detalhe da Escola de arquitetura

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 DETAILS

Mapa/planta de memória da Escola de Arquitetura

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Minha planta de memória da escola de Arquitetura e Design!  

Apresentação pessoal

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Eu mesma Sofia Rosa! Oie, meu nome é Sofia, tenho 18 anos e sou natural de  Conselheiro Lafaiete . Cresci lá com minha família e tenho um irmão mais novo de 15 anos. No ano passado concluí o ensino médio e, desde então, passei por uma grande mudança: me mudei para  Belo Horizonte , onde atualmente moro na região da  Pampulha  para cursar Arquitetura. Durante o ensino médio fiz o curso técnico integrado em Edificações, experiência que teve grande influência na minha escolha pela faculdade de Arquitetura. Desde antes mesmo de iniciar o curso técnico eu já tinha interesse pela Arquitetura, mas foi ao longo das aulas e das atividades práticas que tive mais certeza de que esse era realmente o caminho que queria seguir. O que mais me atrai nessa área é a parte criativa do processo: pensar, projetar e idealizar ambientes que possam ser funcionais, organizados e ao mesmo tempo agradáveis para as pessoas que irão utilizá-los. A mudança para Belo Horizonte também representa um...